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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Teste do verbo dizer, eu fiz 4 pontos e você ?

Acesse e confira mais um quizz !


http://educacao.uol.com.br/quiz/geral/2011/07/20/verbo-dizer.

Pegadinha Gramatical - Regência

"Ao persistirem os sintomas, procure orientação médica"

"Ao persistirem os sintomas, procure orientação médica."
Qual a inadequação gramatical acima?
Essa frase surge na televisão brasileira constantemente. Às vezes escrevem "Ao persistirem...", outras vezes "A persistirem...". Qual a maneira certa?
Para sabermos, temos de conhecer a sintaxe, parte da gramática que estuda a disposição das palavras na frase e a das frases no discurso, bem como a relação lógica das frases entre si.
As relações entre preposição e verbo no infinitivo - verbo terminado em ar, er, ir - são as seguintes:
  • Para + infinitivo = finalidade.
    Por exemplo: Estamos aqui para estudar = Estamos aqui a fim de estudar.

  • Por + infinitivo = causa.
    Por exemplo: Por ser contra os sócios, deixou a empresa = Deixou a empresa porque era contra os sócios.

  • A + infinitivo = condição quando puder substituir a por caso ou se.
    Por exemplo: A continuar como está, a revolução será inevitável = Caso continue como está, a revolução será inevitável = Se continuar como está, a revolução será inevitável.

  • Ao + infinitivo = tempo.
    Por exemplo: Ao soar o sinal, todos os alunos se levantaram = Quando o sinal soou, todos os alunos se levantaram.

A frase exposta na televisão indica condição, pois o enfermo deverá procurar orientação médica se os sintomas persistirem, e não quando os sintomas persistirem. A frase adequada aos padrões cultos da língua portuguesa, então, deve ser assim estruturada:
"A persistirem os sintomas, procure orientação médica".

FONTE: Uol Educação

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O emprego dos porquês

Por que O por que tem dois empregos diferenciados:
Quando for a junção da preposição por + pronome interrogativo ou indefinido que, possuirá o significado de “por qual razão” ou “por qual motivo”:
Exemplos:
Por que você não vai ao cinema? (por qual razão)
Não sei por que não quero ir. (por qual motivo)

Quando for a junção da preposição por + pronome relativo que, possuirá o significado de “pelo qual” e poderá ter as flexões: pela qual, pelos quais, pelas quais.
Exemplo: Sei bem por que motivo permaneci neste lugar. (pelo qual)

Por quê Quando vier antes de um ponto, seja final, interrogativo, exclamação, o por quê deverá vir acentuado e continuará com o significado de “por qual motivo”, “por qual razão”.
Exemplos: Vocês não comeram tudo? Por quê?
Andar cinco quilômetros, por quê? Vamos de carro.

Porque É conjunção causal ou explicativa, com valor aproximado de “pois”, “uma vez que”, “para que”.
Exemplos: Não fui ao cinema porque tenho que estudar para a prova. (pois)
Não vá fazer intrigas porque prejudicará você mesmo. (uma vez que)

Porquê É substantivo e tem significado de “o motivo”, “a razão”. Vem acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral.
Exemplos: O porquê de não estar conversando é porque quero estar concentrada. (motivo)
Diga-me um porquê para não fazer o que devo. (uma razão)

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Enem deve ser nos dias 22 e 23 de outubro; segunda prova fica para maio de 2012


O Ministério da Educação (MEC) confirmou hoje (12) que deve anunciar na próxima semana as datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011/2012. A edição deste ano será em outubro provavelmente nos dias 22 e 23. A outra prova deve ser marcada para maio de 2012, nos dias 5 e 6. Os técnicos do MEC trabalham nos últimos detalhes do edital que deverá ser publicado na próxima semana. Com uma prova marcada para o primeiro semestre de 2012, confirma-se a intenção do MEC em aplicar duas edições do Enem por ano.
Em 2009 o MEC deu início a um projeto de substituição dos vestibulares tradicionais pelo Enem. A partir do resultado da prova, os alunos se inscrevem no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e podem pleitear vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país. No ano passado, foram ofertadas 83 mil vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais.
A participação no Enem também é pré-requisito para os estudantes interessados em uma bolsa do Programa Universidade para Todos (Prouni). Os benefícios são distribuídos a partir do desempenho do candidato no exame e podem ser integrais ou parciais, dependendo da renda da família. Para participar do programa é necessário ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em colégio privado com bolsa integral. Em 2010, mais de 4 milhões de candidatos se inscreveram para participar do exame.

Mudanças no processo

O MEC estuda mudanças nos procedimentos nas provas do Enem deste ano. Na primeira quinzena de abril,  que os alunos terão um tempo determinado, antes do início do exame, para verificar se há erros nos cadernos de prova. Além disso, os celulares serão “confiscados” e não poderão ficar com os estudantes.
No ano passado, houve problemas em cadernos amarelos da prova, que vieram com questões faltantes e/ou repetidas. É por isso que os alunos deverão ter um tempo neste ano para verificar e pedir a troca do caderno caso haja problema antes mesmo de começar o exame. Se o estudante não avisar, não poderá reclamar posteriormente.
O “confisco” do celular visa evitar problemas como os de 2010, no qual um repórter do Jornal do Comércio, de Pernambuco, vazou o tema da redação por mensagem de texto. Os aparelhos, estuda o MEC, deverão ser devolvidos no final da prova.

Polícia encontra bebê sequestrado de Maceió


A Polícia Civil de Alagoas localizou, nesta quinta-feira (14), um recém-nascido que tinha sido sequestrado de uma maternidade de Maceió, na noite desta quarta-feira (13). De acordo com a investigação, uma mulher entrou no hospital e saiu minutos depois com uma sacola e com o bebê nos braços.
A ação foi registrada pelas câmeras de segurança do local.
Policiais localizaram a mulher suspeita de ser responsável pelo sequestro após analisar as imagens do circuito de segurança. Uma denúncia anônima também passou informações sobre o paradeiro dela.
Os investigadores não encontraram a sequestradora na casa dela, mas vizinhos teriam informado que ela estava em uma praça nas proximidades, onde ela foi localizada pelos policiais, com a criança no colo.
De acordo com a polícia, ela foi levada para a Central de Polícia, onde vai aguardar a decisão da Justiça sobre o caso.
A mãe permanece internada para se recuperar do parto.

Um em cada cinco estudantes do ensino fundamental está atrasado na escola

Um em cada cinco estudantes brasileiros do ensino fundamental está atrasado na escola. No ensino médio, pelo menos três em cada dez alunos também estão nessa situação. É o que mostram os dados do Censo Escolar 2010 sobre as taxas de distorção idade-série. O indicador mede a proporção de alunos que não está matriculada na série indicada à faixa etária.
Pela legislação que organiza a oferta de ensino no país, a criança deve ingressar aos 6 anos no 1° ano do ensino fundamental e concluir a etapa aos 14. Na faixa etária dos 15 aos 17 anos, o jovem deve estar matriculado no ensino médio. De 2008 a 2010, o percentual de alunos fora da série adequada para a idade registrou leve alta. Em 2008, a taxa era 22,1% no ensino fundamental, passou para 23,3% em 2009 e para 23,6% em 2010. No ensino médio, o percentual era de 33,7% em 2008, foi para 34,4% em 2009 e chegou a 34,5% no ano passado.
Para a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, essa estagnação é resultado do arrefecimento da política de progressão continuada. Muitas redes de ensino que tinham como orientação a não reprovação dos alunos nos primeiros anos do ensino fundamental mudaram essas diretrizes. “Isso provocou uma manutenção da reprovação, quando ela é grande causa a distorção idade-série. Hoje já se pensa em políticas de correção de fluxo e de aprendizagem sem usar a reprovação, como o reforço escolar”, explica.
Apesar da estabilidade na taxa de distorção da idade-série nos últimos anos, Maria do Pilar destaca que na última década a redução do índice foi maior: entre 2001 e 2011 essa diferença caiu 16 pontos percentuais no ensino médio e 19 pontos percentuais no ensino médio. Ela acredita que a taxa deve continuar a cair e aponta que o patamar adequado seria entre 3% e 4%.
“Por exemplo, um aluno com necessidades especiais às vezes tem uma adaptação escolar mais difícil, principalmente quando vêm de uma escola especial. Ou uma criança que deixou a escola por algum tempo por problemas familiares. Você pode ter algum tipo de distorção idade-série, mas ela teria que ser sempre traço. Nunca poderíamos achar que 10% já é um índice bom”, avalia.
A taxa de distorção idade-série atinge picos no 6° ano do ensino fundamental, onde 32% dos alunos estão atrasados, e no 1° ano do ensino médio, quando o problema atinge 37,8% dos jovens. Segundo Pilar, o MEC preparou um material específico para trabalhar com alunos de 15 a17 anos que ainda estão no ensino fundamental. Será uma espécie de “curso” especial em que o conteúdo será ministrado de forma diferenciada, bem como a organização dos alunos. Em 2009, metade dos adolescentes de 15 a 17 anos não frequentava a série adequada para sua faixa etária, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O projeto permitirá que em um ano ele receba o certificado de conclusão e possa seguir para o ensino médio. O material estará disponível no site do MEC e também poderá ser solicitado pelas escolas. Na avaliação da secretária, os adolescentes repetentes que estudam com crianças mais novas acabam com problemas de socialização. “Ele fica convivendo com grupos de idade que não têm muito a ver com ele. E começa a ser visto como o bagunceiro, aquele que é expulso de sala, o mau aluno”, aponta.

FONTE: WWW.UOL.COM.BR

segunda-feira, 27 de junho de 2011

UFBA 2007.1

Se perguntarmos hoje a um homem de cultura mediana o que ele entende por
arte, é provável que na sua resposta apareçam imagens de grandes clássicos da
Renascença, um Leonardo da Vinci, um Rafael, um Michelangelo: arte lembra-lhe
objetos consagrados pelo tempo, e que se destinam a provocar sentimentos vários
 e, entre estes, um, difícil de precisar: o sentimento do belo.
Essa resposta fere, sem dúvida, alguns aspectos importantes da obra de arte.
A objectualidade: um quadro, por exemplo, é um ser material. E o efeito psicológico:
uma obra é percebida, sentida e apreciada pelo receptor, seja ele visitante de um
museu ou espectador de um filme.
 Mas, é necessário convir, o nosso interrogado é sempre um homem do seu
tempo, alguém que nasceu e cresceu entre os mil e um engenhos da civilização
industrial, e que tende a ver em todas as coisas possibilidades de consumo e fruição.
Ter ou desejar ter uma gravura, um disco ou um livro finamente ilustrado é o seu
modo habitual de relacionar-se com o que todos chamam de arte. Tal comportamento, embora se julgue mais requintado que o prazer útil de usar um bonito liquidificador,
afinal também está preso nas engrenagens dessa máquina em moto contínuo que é
o consumo, no caso o mercado crescente de bens simbólicos.
Constatar, porém, o uso social da pintura e da música, ou a sua função de
mercadoria, não deve impedir-nos de ver antropologicamente a questão maior da
 natureza e das funções da arte. É preciso refletir sobre este dado incontrolável: a
arte tem representado, desde a Pré-História, uma atividade fundamental do ser
humano. Atividade que, ao produzir objetos e suscitar certos estados psíquicos no
receptor, não esgota absolutamente o seu sentido nessas operações. [...]
                                                        [...]
A arte é um fazer. A arte é um conjunto de atos pelos quais se muda a forma, se
transforma a matéria oferecida pela natureza e pela cultura. Nesse sentido, qualquer
atividade humana, desde que conduzida regularmente a um fim, pode chamar-se
artística. Para Platão exerce a arte tanto o músico encordoando a sua lira quanto o
político manejando os cordéis do poder ou, no topo da escala dos valores, o filósofo
que desmascara a retórica sutil do sofista e purga os conceitos de toda ganga de
opinião e erro para atingir a contemplação das Idéias.
A arte é uma produção: logo, supõe trabalho. Movimento que arranca o ser do
não ser, a forma do amorfo, o ato da potência, o cosmos do caos. Techné chamavam-na
os gregos: modo exato de perfazer uma tarefa, antecedente de todas as técnicas
dos nossos dias.
 A palavra latina ars, matriz do português arte, está na raiz do verbo articular, que denota a ação de fazer junturas entre as partes de um todo. Porque eram
operações estruturantes, podiam receber o mesmo nome de arte não só as atividades
que visavam a comover a alma (a música, a poesia, o teatro), quanto os ofícios de
artesanato, a cerâmica, a tecelagem e a ourivesaria, que aliavam o útil ao belo. Aliás,
 a distinção entre as primeiras e os últimos, que se impôs durante o Império Romano,
tinha um claro sentido econômico-social. As artes liberales eram exercidas por homens
livres; já os ofícios, artes serviles, relegavam-se a gente de condição humilde. E os
termos artista e artífice (de artiflex: o que faz a arte) mantêm hoje a milenar oposição
de classe entre o trabalho intelectual e o trabalho manual.
 O pensamento moderno recusa, não raro, o critério hierárquico dessa
classificação. O exercício intenso da criação demonstra, ao contrário, que existe uma
atração fecunda entre a capacidade de formar e a perícia artesanal. No pintor
trabalham em conjunto a mão, o olho e o cérebro. No mais humilde dos trabalhadores
manuais, adverte Gramsci, há uma vida intelectual, às vezes atenta e aguda, dobrando
e plasmando a matéria em busca de novas formas, ainda que, no jogo social, o artífice
não receba o grau de reconhecimento prestado ao artista.
Platão viu luminosamente a conexão que existe entre as práticas ou técnicas e
a metamorfose da realidade:
“Sabes que o conceito de criação (poiesis) é muito amplo, já que seguramente
 tudo aquilo que é causa de que algo (seja o que for) passe do não ser ao ser é
criação, de sorte que todas as atividades que entram na esfera de todas as artes são
criações; e os artesãos destas são criadores ou poetas (poietés)” (O Banquete).
O conceito de arte como produção de um ser novo, que se acrescenta aos
fenômenos da natureza, conheceu alguns momentos fortes na cultura ocidental. E
tomou feições radicais na poética do Barroco, quando se deu ênfase à artificialidade
da arte, ou seja, à distinção nítida entre o que é dado por Deus aos homens e o que
estes forjam com o seu talento. No século XX, as correntes estéticas que se seguiram
ao Impressionismo levaram ao extremo a convicção de que um objeto artístico obedece
a princípios estruturais que lhe dão o estatuto de ser construído, e não de ser dado, “natural”. Matisse, abordado por uma dama a propósito de um quadro seu com o
comentário “Mas eu nunca vi uma mulher como essa!”, replicou, cortante: “Madame,
isto não é uma mulher, é uma tela”.

BOSI, Alfredo. Reflexões sobre a arte. 7. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 7-14. (Série Fundamentos).

Questão 01
No texto, o autor
(01) define como arte as obras clássicas e consagradas, capazes de despertar o sentimento do
belo.
(02) critica a concepção de arte que não considera o aspecto material da obra artística nem seu aspecto psicológico.
(04) conceitua a arte como representação, ação, produto e criação.
(08) valoriza a atividade artística em detrimento do trabalho artesanal.
(16) afirma que, ao criar uma outra realidade, o artista distancia-se do contexto social que lhe é
próprio.
(32) distingue o objeto não-artístico do artístico através do grau de talento de seu criador.
(64) questiona a distinção entre arte e artesanato, uma vez que se fundamenta em uma discriminaçãoeconômico-social.


Questão 02
De acordo com o texto, pode-se afirmar:

(01) O suposto entendimento da arte atribuído ao “homem de cultura mediana” (l. 1), no primeiro parágrafo, é discriminador, por ser um julgamento que privilegia um certo tipo de arte.
(02) A obra de arte deve ser vista de maneira objetiva, evitando-se reações sentimentais, o que está evidente nos parágrafos segundo e terceiro.
(04) O valor utilitário da arte, referido no terceiro parágrafo, atende a uma sociedade que ignora a natureza do objeto artístico, vendo-a em outra direção: a do consumo.
(08) O vocábulo “arte” (l. 35), no sétimo parágrafo, estabelece com os termos “música, poesia,
teatro” (l. 38) e “cerâmica, tecelagem e ourivesaria” (l. 39) uma relação classe-elementos.
(16) A idéia de que a obra de arte deve ser fiel à realidade está trabalhada no último parágrafo.
(32) A fala de Matisse, no último parágrafo, deixa entender que, para ele, uma obra de arte constitui em si mesma um objeto extra, que deve ser examinado como algo singular.


Questão 03
Estão coerentes com o texto as seguintes proposições:
(01) O autor contesta o pensamento de Platão no que concerne à distinção entre arte e ofícios.
(02) O quinto parágrafo inicia-se com uma afirmação cuja justificativa se estende ao parágrafo
seguinte.
(04) Os gregos valorizavam a técnica com a qual o artista construía sua obra.
(08) Os romanos ressaltaram a atividade de composição das partes, que o artista realiza para criar sua obra.
(16) As idéias são desenvolvidas, no texto, seguindo uma seqüência temporal que vai do passado ao presente e retorna ao passado.
(32) O autor parte de uma generalização sobre a arte, apresenta, em seguida, argumentos
particulares historicamente consolidados e finaliza seu texto com um raciocínio que destaca a
atividade de criação na arte.

Questão 04
Constitui uma afirmação que se relaciona adequadamente com o texto:
(01) O autor, no primeiro parágrafo, apropria-se do ponto de vista de um enunciador hipotético.
(02) A declaração do segundo parágrafo pressupõe uma dupla valoração para a obra de arte: a material e a espiritual.
(04) A expressão “objetos consagrados pelo tempo” (l. 4) constitui uma referência a “imagens de grandes clássicos da Renascença” (l. 2-3).
(08) A palavra “Mas” (l. 10) não refuta o que se enuncia nos dois primeiros parágrafos; contextualiza o que antes foi declarado.
(16) A expressão “não só” (l. 37) e a palavra “quanto” (l. 38), no contexto da frase, introduzem idéias que se excluem.
(32) Os termos “Aliás” (l. 39) e “ou seja” (l. 61) equivalem-se no contexto e antecedem uma retificação de enunciados.
(64) Os verbos abordar e replicar, nas respectivas formas “abordado” (l. 65) e “replicou” (l. 66),
antecedem falas referidas no texto.



Gabarito:

01)    01 + 02 03
02)    01 + 04 + 16 + 32 53
03)    01 + 04 + 08 + 16 + 32 61
04)    01 + 02 + 16 19

Forró de Brogodó

Festa junina, que ocorreu no Colégio Propedêutico, tendo sido organizada pela professora Duany, direção e alunos, com o intuito de reviver entre os alunos o espirito junino, com brincadeiras que não deveriam ser esquecidas com o passar dos anos. Imitações, concurso de dança, ornamentação e caracterização, concurso de piadas, comidas típicas, de tudo um pouca, para fazer com que fosse inesquecível.








quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dica !!!

Teste seus conhecimentos, nos quizzes. Vários assuntos :

Adjunto adverbial

Adjunto adverbial é outro termo acessório da oração, como o adjunto adnominal, dentro da análise sintática. Vejamos um exemplo, do Hino Nacional: 
Folha Imagem

No segundo verso, temos a expressão conquistar com braço forte.
Podemos notar como a expressão com braço forte intensifica o sentido do verboconquistar.
O termo que intensifica o sentido de verbo, de um adjetivo ou de um advérbiorecebe o nome de adjunto adverbial. No exemplo acima, com braço forte é umadjunto adverbial de modo.
Vamos a outros exemplos, todos do Hino Nacional Brasileiro. 
Folha Imagem

Podemos reparar na grande quantidade de adjuntos adverbiais que acompanham o adjetivo deitado e o verbo fulguras:
Folha Imagem

Todos esses adjuntos adverbiais especificam o modo como a nossa nação se apresenta, em meio a seus esplêndidos recursos naturais. 
Há inúmeros tipos de adjunto adverbial, o que torna difícil fazer uma classificação exata. Observe os advérbios e locuções adverbiais no exemplo abaixo. São todos adjuntos adverbiais de modo:
Folha Imagem

Os adjuntos adverbiais podem indicar diversas outras circunstâncias. 
Adjunto adverbial
Exemplo
lugar
Cantei na escola.
tempo
Nós nos apresentamos ontem.
modo
Cantamos com toda a energia!
fim
Os alunos cantaram em homenagem à Semana da Pátria.
matéria
O coro era de 120 vozes.

FONTE: UOL EDUCAÇÃO

Novos Estados: Carajás e Tapajós

Após autorização do Congresso Nacional, a população do Pará será consultada, no segundo semestre deste ano, sobre a criação dos Estados de Carajás e Tapajós, que ocupariam, respectivamente, as porções leste e sudeste do território paraense atual. Se a criação for aprovada, Carajás nascerá com uma marca negativa: será o Estado com o maior índice de homicídios do país. Nenhum outro país do mundo, inclusive, apresenta um índice tão elevado de mortes.
Segundo dados do Mapa da Violência do Ministério da Justiça --referentes a 2008--, a taxa de homicídios dolosos de Carajás seria de 68,1 assassinatos por ano para um grupo de 100 mil habitantes. 
O índice é superior ao registrado no mesmo ano em Alagoas (66 homicídios por 100 mil habitantes), até então o Estado mais violento do país. A taxa de homicídios em Carajás seria duas vezes maior do que a do Estado de Rio de Janeiro (33 por 100 mil) e seis vezes a de São Paulo (11/100 mil). Os homicídios em Carajás também superariam Honduras, o país mais violento do mundo, que teve 58 assassinatos para 100 mil habitantes em 2008.
Mesmo que o plebiscito aprove a divisão do Pará, a medida ainda terá de ser votada na Assembleia Legislativa do Estado. Carajás teria 39 municípios, população aproximada de 1,5 milhão de habitantes e uma área de quase 300mil km². 
Das dez cidades mais violentas do país, três estão em Carajás: Itupiranga --a campeã de homicídios no Brasil--, Marabá e Goianésia do Pará, respectivamente a quarta e a sexta cidades mais violentas do país. Outros oito municípios da região possuem taxas de homicídios dolosos superiores a de Honduras: Rondon do Pará, Tucuruí, Novo Repartimento, Eldorado dos Carajás, Pacajá, Jacundá, Nova Ipixuna e Parauapebas.
Desde 1996, todos os anos o Pará é o campeão absoluto em assassinatos no meio rural. Nesses 15 anos, das 555 mortes no campo registradas em todo o país, 231 (41,6%) ocorreram no Pará, segundo relatórios da CPT (Comissão Pastoral da Terra). O Estado também está no topo do ranking de ameaças de morte, com pelo menos 30 camponeses “jurados” ao longo do ano passado. Entre 2000 e 2011, dos 42 agricultores que recebiam ameaças de morte e foram assassinados, 17 vivam no Pará.

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